Melhores putters face-balanced para tacadas retas em 2026
Compare três putters face-balanced para tacadas retas em 2026, incluindo zero torque, alinhamento, sensação, controlo de distância e compromissos de ajuste.
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Os preços e a disponibilidade estão corretos no momento da publicação e podem mudar.
O TaylorMade Spider ZT é a nossa escolha principal entre os putters face-balanced para tacadas retas, pois alia uma posição de shaft de baixo torque a linhas de alinhamento da largura da bola. Quem faz um movimento reto precisa que cabeça, shaft e mira visual funcionem como um conjunto, por isso comparamos o Spider ZT com o PXG ZT e o Cleveland Model 11.
Como comparamos putters face-balanced para tacadas retas
Face balanced é ponto de partida, não um veredito de fitting. Num modelo convencional, a face tende a ficar voltada para cima ao equilibrar o shaft. Zero torque leva a ideia mais longe ao aproximar o eixo do centro de gravidade, reduzindo a tendência para abrir ou fechar. Isto pode diminuir correções das mãos, mas também altera a postura e o aspeto do putter no endereço.
Há pormenores mensuráveis. A TaylorMade indica 1 grau de inclinação do shaft e 25 mm de onset atrás da face. A PXG inclui forward press de 1 grau, equilíbrio toe-up e cabeça de 370 g. A Cleveland usa fresagem dinâmica de ranhuras, e a linha HB Soft 2 combina hosel, toe hang, alinhamento e grip para movimentos retos ou de ligeiro arco. A partir de 35 polegadas, acrescenta 20 g na extremidade do shaft. Estes detalhes influenciam linha inicial, velocidade e esforço para manter a face quadrada.
| Produto | Ideal para | Preço |
|---|---|---|
| TaylorMade Spider ZT | Melhor no geral | Ver |
| PXG ZT Zero Torque | Melhor relação qualidade-preço | Ver |
| Cleveland HB Soft 2 Model 11 | Melhor para toque suave | Ver |
Melhor putter face-balanced: TaylorMade Spider ZT
TaylorMade Spider ZT Putter
O Spider ZT é a escolha mais completa para quem procura comportamento zero torque sem abdicar de uma referência mallet ampla. A TaylorMade posiciona o shaft KBS para o lado da ponta, junto ao centro de gravidade, com 1 grau de lean e 25 mm de onset. A combinação de aço inoxidável e alumínio de qualidade aeroespacial foi pensada para MOI elevado. As linhas True Path fresadas têm a largura de uma bola, uma referência concreta para centrar a face. O inserto Pure Roll, em Surlyn e alumínio, tem ranhuras a 45 graus para uma sensação mais suave e incentivo ao rolamento para a frente. É indicado se alinhamento e estabilidade são prioridades. A limitação é o aspeto invulgar: onset, shaft e silhueta Spider exigem adaptação a quem prefere blade simples.
Prós
- Linhas True Path da largura da bola facilitam centrar a face
- Posição toe-ward do shaft KBS procura reduzir torque
- Chassis de aço e alumínio orientado para MOI elevado
Contras
- Os 25 mm de onset mudam bastante a imagem no endereço
- A cabeça mallet grande pode parecer pesada a fãs de blades
Melhor zero torque de valor: PXG ZT
PXG ZT Zero Torque Putter
O PXG ZT apresenta a proposta de forma direta. A ficha coloca o eixo pouco acima do centro de gravidade e diz que a cabeça toe-up de 370 g resiste à rotação durante a tacada reta. O forward press integrado de 1 grau serve quem já coloca as mãos à frente sem ter de o criar manualmente. A cabeça MIM 303 em aço inoxidável e o padrão de pirâmides fresado procuram suavizar o toque e tornar o contacto menos sensível fora do centro. É a escolha de valor para experimentar zero torque sem pagar por um mallet multimaterial premium. Há uma limitação concreta: esta ficha é para destro de 34 polegadas, portanto não resolve necessidades de outro comprimento, mão ou uma moldura de alinhamento muito larga.
Prós
- Cabeça toe-up de 370 g feita para resistir à rotação
- Forward press de 1 grau já integrado no desenho
- Aço MIM 303 e face piramidal privilegiam sensação no impacto
Contras
- A configuração anunciada é apenas destro de 34 polegadas
- A forma blade-mallet oferece menos referência visual que o Spider
Melhor para toque suave: Cleveland HB Soft 2 Model 11
Cleveland HB Soft 2 Model 11
O HB Soft 2 Model 11 é a alternativa acertada quando controlo de distância e toque suave valem mais do que zero torque puro. A Speed Optimized Face Technology usa ranhuras fresadas dinamicamente para normalizar a velocidade da bola numa zona de impacto maior. A gama HB Soft 2 não usa uma receita única: combina hosel, toe hang, alinhamento e grip para movimentos retos ou com arco leve. Nas versões de 35 polegadas ou superiores, um peso de 20 g no topo do shaft procura manter a sensação de swing entre comprimentos. Escolha-o se pretende um mallet favorável ao face balance com controlo de velocidade documentado. Confirme o hosel e o comprimento do Model 11, porque as variantes HB Soft 2 não partilham obrigatoriamente o mesmo equilíbrio.
Prós
- Ranhuras dinâmicas procuram igualar velocidade em pancadas descentradas
- Escolhas de hosel e toe hang permitem fitting por movimento
- Peso de 20 g mantém sensação nos shafts mais compridos
Contras
- Hosel e comprimento exatos do Model 11 precisam de confirmação
- O eixo não fica junto do CG como nos zero torque rivais
O que deve verificar num movimento reto
Comece pelo movimento real. Se a face abre na subida e fecha no impacto, uma cabeça toe-up pode reduzir manipulação. Se a face já chega quadrada mas o ritmo varia, a face focada em velocidade da Cleveland pode ser mais relevante. Um espelho, uma porta de saída e putts de três metros são mais esclarecedores do que equilibrar a cabeça num dedo.
A mira é o filtro seguinte. O Spider ZT oferece linhas da largura da bola; a PXG mostra uma referência blade-mallet mais simples e forward press; a Cleveland pede a configuração de movimento correta. Compare sempre com a mesma bola e numa linha plana: uma cabeça que parece quadrada para um golfista pode apontar noutro sentido para outro.
Comprimento e grip também contam. O forward press muda a postura efetiva, e a listagem PXG é de 34 polegadas. O contrapeso da Cleveland só se aplica desde 35 polegadas. Coloque os olhos confortavelmente sobre a bola e confirme que a sola assenta sem levantar calcanhar ou ponta, sobretudo com o shaft e a sola particulares do Spider.
Perguntas frequentes
Os putters face-balanced servem apenas para tacadas retas?
Não. São recomendados frequentemente para movimento reto porque resistem à rotação da face, mas mira, lie e entrega decidem o resultado. Um jogador com arco ligeiro também pode preferir um mallet face-balanced. O teste útil é iniciar a bola na linha sem manipular a face, não encaixar forçadamente numa categoria.
Zero torque é igual a face balanced?
Os termos sobrepõem-se, mas não são iguais. Face balanced descreve o comportamento de uma cabeça convencional equilibrada no shaft. Desenhos zero torque aproximam o eixo do centro de gravidade para reduzir rotação. Podem parecer mais estáveis, mas criam uma imagem de shaft invulgar e não corrigem, por si só, uma mira deficiente.
Que característica ajuda mais nos putts curtos?
Se falha por rotação da face, a cabeça toe-up da PXG ou a arquitetura de baixo torque do Spider são bons pontos de partida. Se o contacto anda pela face, as ranhuras da Cleveland merecem atenção. Verifique sempre o putter no seu comprimento habitual e pratique uma saída reta antes de alterar a técnica.
Preços e disponibilidade estão corretos na data de publicação e podem mudar.